quinta-feira, 12 de agosto de 2021
A Comunhão Espiritual
terça-feira, 10 de agosto de 2021
À procura da vida interior
A contemplação direta de Deus transcende os limites inerentes às capacidades naturais de toda inteligência criada, seja ela celestial ou humana. Embora uma mente criada possa, por meio de sua faculdade inata, alcançar o conhecimento de Deus ao perceber o reflexo de Suas perfeições na harmonia do mundo criado, ela não pode, por sua própria natureza, contemplar a Divindade em Sua plenitude, tal como Deus Se percebe.
Tanto os anjos como as almas humanas só são habilitados a adquirir uma compreensão sobrenatural de Deus e nutrir um amor transcendental por Ele quando são agraciados com a infusão divina da graça habitual, um enxerto que resulta na participação da natureza divina e na íntima união com a vida de Deus. É somente através dessa graça, concedida como um presente gratuito e depositada na essência de nossa alma, que esta se torna fundamentalmente apta a exercer operações essencialmente divinas. Isso implica a habilidade de contemplar Deus diretamente em Sua realidade mais profunda, assim como Ele Se contempla, e de amá-Lo da mesma maneira que Ele ama a Si mesmo.
segunda-feira, 9 de agosto de 2021
É permitido a um homem casado servir no altar?
A Percepção Direta de Deus e a Jornada da Vida Interior
segunda-feira, 12 de julho de 2021
Essa funcionalidade nova do WhatsApp é excelente!
sexta-feira, 9 de julho de 2021
Como Ganhar Dinheiro Com YouTube
E aí galera, quais são as novidades?
Olha aí as minhas: a partir de hoje, começarei uma série de postagens ensinando como criar e monetizar um canal no YouTube — do zero ao profissional.
Já salva o blog aí nos seus favoritos e, não perca nenhuma postagem. Logo mais postarei a primeira aula. Inscreva-se no meu canal: youtube.com/FrankMatos. Desde já agradeço a todos,
Frank Matos
quinta-feira, 3 de dezembro de 2020
A oração de Nosso Senhor no Horto das Oliveiras
No capítulo 26 do Evangelho de Mateus, encontramos uma passagem profundamente significativa da vida de Cristo. Ao se adiantar um pouco e prostrar-se com o rosto por terra, Ele nos revela três condições cruciais para uma oração sincera e profunda:
1. Solicitude: Cristo se afastou levemente, escolhendo um momento íntimo para orar. Esse ato nos recorda as palavras: “Quando orares, entra no teu quarto, fecha a porta e ora ao teu Pai em segredo” (Mateus 6, 6). Ele não se distanciou muito para que pudesse estar acessível a todos aqueles que o invocassem. Esse gesto também serviu como um ensinamento sobre a importância da privacidade na oração.
2. Humildade: A prostração de Cristo com o rosto por terra é um exemplo supremo de humildade. Ao fazer isso, Ele demonstrou que a humildade é essencial na oração. Isso se relaciona ao momento em que Pedro afirmou que nunca o negaria, e aqui Cristo prostrou-se para mostrar a necessidade de confiar em Deus, não em nossas próprias forças.
3. Devoção: Ao dirigir-se a Deus como “Meu Pai”, Cristo revela a natureza íntima de sua relação com o Pai. Ele é o Filho de Deus por excelência, enquanto nós, pela graça da adoção, também nos tornamos filhos de Deus. Isso ressalta a importância da devoção e do relacionamento pessoal na oração.
No versículo seguinte, Cristo faz uma prece reveladora: “Se é possível, afasta de mim este cálice! Todavia não se faça o que eu quero, mas sim o que Tu queres” (Mateus 26, 39). Aqui, Ele nos ensina importantes lições sobre a natureza da oração e da vontade:
1. Natureza humana: Cristo, ao expressar Seu desejo de evitar o sofrimento iminente, demonstra que Ele assumiu uma natureza verdadeiramente humana, incluindo todas as inclinações naturais e sentimentos.
2. Harmonia entre vontades: Ele também nos mostra que é humano querer algo que Deus não deseja. Isso destaca a tensão entre a vontade humana e a vontade divina. No entanto, Cristo exemplifica a importância de alinhar nossos desejos com a vontade de Deus.
3. Submissão à vontade divina: Ao declarar “Não se faça o que eu quero, mas sim o que Tu queres”, Cristo submete Sua própria vontade à vontade do Pai. Esse ato de submissão reflete a profunda harmonia e obediência entre as duas naturezas de Cristo.
Em conclusão, Cristo nos fornece um modelo de oração e submissão que abrange solicitude, humildade e devoção. Sua prece revela a complexidade da vontade humana e a importância de alinhá-la à vontade divina. Ao seguir esse exemplo, podemos aprender a orar com corações sinceros e a viver em conformidade com a vontade de Deus.





