No alvorecer de 2026, o Brasil volta seus olhos novamente para a “casa mais vigiada do país”. O Big Brother Brasil, em sua 26ª edição, apresenta-se como um coliseu moderno, onde a plebe e o patriciado digital (Camarotes, Veteranos e Pipocas) digladiam-se não por sangue, mas por reputação e cifras milionárias.
Para o filósofo contemporâneo, a questão não é apenas estética ou de gosto, mas eminentemente moral. Como Santo Tomás de Aquino, o Doutor Angélico, analisaria o ato de dedicar horas preciosas à observação da vida alheia? A resposta reside na compreensão da natureza do tempo e na virtude da eutrapelia.
